Alienação Parental: Quando a Mãe Vira Injustamente a Vilã
- Douglas Maggioni

- 1 de jan.
- 3 min de leitura
Você cuida do seu filho todos os dias.Dá banho, faz comida, leva ao médico, ajuda na lição.
Mas, de repente, ele começa a dizer frases como:
“O papai falou que você não deixou ele me ver.”“A vovó disse que você só quer o dinheiro dele.”
E no fundo, você sabe: não é verdade.Você nunca impediu visitas. Nunca proibiu o pai de participar.Mas agora está sendo acusada de afastar o filho — quando quem desapareceu foi ele.
Isso é o que muitas mulheres vivem caladas.E isso tem nome: alienação parental.
O que é Alienação Parental?
Alienação parental acontece quando um dos pais (ou parentes) interfere na relação da criança com o outro responsável.
É uma forma de manipulação emocional, onde a criança é usada como “arma” para ferir o outro genitor.
A Lei nº 12.318/2010 reconhece a alienação parental como prática prejudicial à saúde emocional da criança e prevê medidas legais para combater isso.
Como a Alienação Acontece?
Ela pode acontecer de formas sutis ou muito claras, como:
Dizer que o outro genitor “não se importa”
Fazer promessas para a criança rejeitar a mãe ou o pai
Mudar a versão dos fatos
Impedir ou dificultar visitas
Falar mal do outro genitor na frente da criança
Colocar a criança no meio de brigas
Muitas vezes, a mãe é acusada injustamente de alienação, quando na verdade é vítima de manipulação contrária.
História Real: Juliana, Mãe Solo e Injustiçada
Juliana é mãe de um menino de 6 anos.Durante a gravidez, o pai do menino sumiu. Depois de uma ação de pensão, ele apareceu, mas começou a fazer visitas esporádicas.
Quando não vinha, dizia ao filho que “a mamãe não deixou”.E o menino passou a repetir isso em casa.
Juliana começou a ouvir frases duras:
“Você não quer que eu veja o papai.”“A culpa é sua.”
Ela se sentiu impotente.Estava sendo acusada de algo que não fazia.
Com ajuda psicológica e orientação jurídica, Juliana conseguiu reunir provas: prints, áudios, mensagens. Na Justiça, foi reconhecido que o pai estava praticando alienação parental.
As visitas foram suspensas temporariamente. A criança recebeu apoio emocional.E Juliana teve seu direito de proteger o filho reconhecido.

Isso Está Acontecendo com Você?
Talvez você esteja passando por algo parecido.Talvez esteja ouvindo o seu filho repetir frases que não são dele.Talvez você esteja se sentindo culpada por tentar proteger — e ser acusada de afastar.
Isso não é exagero. Isso é sério.E você não está sozinha.
O Que a Justiça Pode Fazer?
Se for comprovada a alienação parental, a Justiça pode:
Suspender visitas temporariamente
Exigir que sejam feitas com supervisão
Aplicar multa a quem pratica a alienação
Determinar acompanhamento psicológico
Alterar a guarda, se for necessário
Estimular reaproximação saudável
Tudo isso é feito pensando no bem-estar da criança.E o primeiro passo é buscar orientação jurídica especializada.
Os Danos Emocionais da Alienação
A alienação parental não machuca só a mãe.Ela machuca profundamente a criança, que cresce com:
Medo e confusão
Baixa autoestima
Dificuldade de confiar nos adultos
Sentimento de abandono
Culpa por gostar do outro genitor
Por isso, agir cedo é proteger a infância do seu filho.
O Que Fazer se Você Está Sofrendo Alienação?
Guarde provas: prints, áudios, mensagens, relatos da criança
Evite confrontos diretos: tudo que você disser pode ser distorcido
Busque ajuda profissional: psicólogos e advogados especializados
Aja com firmeza, mas com sigilo e estratégia
Não se culpe: você tem o direito de proteger seu filho e a si mesma
Fale com um Advogado que Vai te Ouvir
Se você sente que está vivendo algo parecido, não espere piorar.Você precisa de apoio jurídico humano, ético e estratégico.
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Seu direito é proteger.Seu dever é não sofrer sozinha.
“Alienação parental: quando a mãe é injustamente culpada”
“Meu filho repete coisas do pai e se afasta de mim. O que fazer?”
“Estou sendo acusada de afastar o pai do meu filho. Isso é justo?”
“Como provar que você não está cometendo alienação parental”
“A verdade sobre alienação parental que ninguém te contou”




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